Família

COMO LIDAR COM SOGRAS INTROMETIDAS E IMPLICANTES?

 
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Conhecer, namorar, noivar e casar faz parte do nosso desenvolvimento. Mas, nesta jornada, é natural nos depararmos com alguns pontos de conflitos, principalmente porque ambos possuem costumes, tradições e rotinas diferentes.
 
Um dos responsáveis pela maioria dos problemas de relacionamentos são os conflitos familiares.
 
Quando casamos, não casamos apenas com uma pessoa, mas, sim, com uma família, que inclui pai, mãe, irmã, cunhado, cunhada, sogro, sogra...
 
Sabe-se que é muito comum haver dificuldades nos relacionamento entre sogras e noras. Algumas passam a vida toda trocando farpas, tornando os almoços e eventos familiares um verdadeiro campo de guerra.
 
Entre os principais motivos de intrigas e dificuldades nesse relacionamento, pode-se destacar o fato da nora ver a sogra como rival, a mãe ter a sensação de aquela outra mulher está lhe tirando o filho, a disputa pelo poder sobre aquele homem, a dificuldade em aceitar e conviver com as diferenças de opinião, a necessidade de atenção e o ciúme excessivo.
 
Se o convívio com a sua sogra tornou-se insuportável, eu tenho algumas dicas infalíveis para você reverter esta situação. Acompanhe no vídeo abaixo:
 
Publicação 19/07/2018, Por Bispa Fê
Família

MEU MARIDO SÓ PENSA EM TRABALHO

 
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Todos nós temos uma escala de prioridades.  Mas o que fazer quando nossos maridos nos deixam para segundo plano? O que fazer para o trabalho não se tornar o motivo de uma grande crise no meu relacionamento? O que fazer para o amor da minha vida ter mais tempo para mim?
 
Hoje, eu separei um tempinho para esclarecer essas dúvidas tão comuns na vida a dois. Acompanhe a seguir:
 
Publicação 12/07/2018, Por Bispa Fê
Família

COMO ENSINAR OS FILHOS A USAR AS REDES SOCIAIS DE MANEIRA SEGURA?

 
 
Experiências são essenciais para o crescimento saudável do seu filho e a maioria delas está relacionada a repetir atividades comuns na rotina da turma. A vontade de participar das redes sociais costuma estar entre as maiores preocupações dos pais, recentemente.
 
"Mas não basta exercer o controle, a relação entre pai e filho precisa ser divertida, e não só marcada pela supervisão e obediência a regras", afirma a psicóloga clínica Ana Cássia Maturano, especializada pela Universidade de São Paulo. As sete dicas a seguir vão ajudar você a segurar a mão do seu filho e orientá-lo sobre como usar a internet com segurança e aproveitando as divertidas possibilidades que ela oferece.
 
Esteja ao lado dele no começo
 
Qual a melhor foto para mostrar para todos os amiguinhos? Que informações vale revelar em uma rede social? Essas perguntas simples são feitas habitualmente em qualquer cadastro de site e é importante ter respostas precisas para cada uma delas. "Os pais precisam acompanhar e, de certa forma, orientar o filho em aspectos que dizem respeito à construção da identidade", afirma a pedagoga Júlia Milani, da entidade Terceiro Passo.
 
Dizer a idade, as atividades favoritas e a profissão desejada para o futuro é uma forma de expor para o mundo, a criança precisa entender isso com exemplos simples. "No início, o ideal é estar ao lado do seu filho sempre que ele entrar nesses sites e sempre como um parceiro, explicando as possibilidades e os riscos que existem ali", afirma a psicóloga Ana Cássia Maturano.
 
A segurança é prioridade
 
É importante que o pai deixe claro o quanto a supervisão é importante para garantir a segurança do filho na internet. "A relação precisa ser divertida, feita como uma coisa gostosa, não apenas um controle chato, mostre opções interessantes e reforce a responsabilidade ligada ao uso das redes sociais", afirma a especialista Ana Cássia Maturano. Se a obrigação do pai e da mãe é saber por onde o filho anda no mundo real, também é no virtual.
 
Converse com ele e explique que, acima de um controle, essa postura traz a proteção necessária para que o uso dos sites seja o mais seguro possível. "Proteger é diferente de controlar, dê exemplos de situações em que a sua opinião foi valiosa para evitar incidentes", afirma a pedagoga Júlia Milani.
 
Limites são importantes
 
Especialistas são unânimes quando o assunto é impor limites às crianças: eles são essenciais, e isso também ocorre nas redes sociais. Não apenas os pequenos, mas também os jovens e até mesmo os adultos precisam saber dosar a quantidade de horas que ficam conectados.
 
"Com o exagero, a criança pode até se esquecer de fazer atividades importantes, como brincar com outras, praticar atividades físicas e desenvolver relações com o ambiente em que está inserida", afirma a pedagoga Júlia Milani, da entidade Terceiro Passo.
 
Monitorar as atividades é essencial
 
Ajudar na criação do perfil é apenas o primeiro passo dos pais quando os filhos se interessam em usar as redes sociais. Mas o trabalho vai além, já que precisa ser uma observação contínua e da navegação no Facebook, por exemplo. "Olhar as mensagens ou conferir a lista de amigos pode ser um hábito que previne o contato de pessoas mal intencionadas", afirma a psicóloga Ana Cássia.
 
Além de olhar, é também importante ser sincero com o seu filho. Nunca seja sorrateiro em uma dessas "investigações", deixe bem claro que você vai entrar e ficar de olho em o que ele está fazendo. "Se você vasculhar escondido, corre o risco de que seu filho perca a confiança em você."
 
Bons hábitos dentro e fora das redes
 
Se pessoas desconhecidas devem ser evitadas pelas crianças no dia a dia, a mesma recomendação vale para a internet. "O pai deve mostrar que a presença numa rede social online é uma responsabilidade, e justamente por isso não pode revelar informações pessoais como telefone e endereço", afirma a psicopedagoga Ana Cássia Maturano.
 
Às vezes a inocência da criança pode ser o gatilho que pessoas com más intenções usam para conseguir os dados que querem. Por isso, não se preocupe com meias palavras: deixe bem claro para o seu filho que é essencial ser criterioso com o que é dito no Facebook, por exemplo. "Explique que ficar atento e ser cuidadoso são condições para fazer parte dessas redes e, se ele tiver alguma dúvida, pode se sentir a vontade para perguntar para os pais", afirma a especialista Júlia Milani.
 
Apontando a existência de más intenções
 
Um dos maiores perigos para as crianças nas redes sociais está relacionado com o próprio cotidiano nas escolas: o bullying que antes existia entre as paredes da sala de aula ganhou proporções gigantescas na internet. Em casos em que a criança sofre esse tipo de perseguição online, as especialistas são unânimes: é importante buscar uma solução junto à escola.
 
"É importante deixar claro que, por mais que seja uma ferramenta muito legal, ela também pode ser usada por pessoas capazes de prejudicar e com um alcance muito superior ao que acontece no mundo fora das redes", afirma a psicóloga Ana Cássia.
 
Usando a internet para o bem
 
Mas não é só de maus exemplos que a internet é feita. O caso de Isadora Faber, a estudante de 13 anos que usou uma página no Facebook para denunciar os problemas de sua escola, mostra como as redes sociais também podem ser usadas para o bem. "A criança pode ter ideias de como usar as redes para transformar o que incomoda e fazer denúncias em nome do bem coletivo", afirma a psicóloga Ana Cássia Maturano.
 
A especialista só recomenda evitar o discurso chato em torno de uma experiência que pode ser positiva, deixe a criança livre para pensar em novos usos da rede e discutir as possibilidades com vocês antes de colocar em prática. "Enquanto isso, valorize ferramentas como a agenda de aniversários, ver mais detalhes do passeio da escola ou conversar com a tia que mora longe sem gastar telefone", afirma a profissional.
 
 
Fonte: MinhaVida
Publicação 29/06/2018, Por Bispa Fê
Família

COMO DEIXAR OS FILHOS MAIS INDEPENDENTES?

 
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É na fase da adolescência que a maioria dos jovens desperta uma vontade maior de ser independente: viajar sozinho nas férias, ter a liberdade de fazer mais coisas sem um adulto por perto... No entanto, incentivar essa independência nem sempre é algo tão fácil para os pais. A linha entre ser um pai participativo ou um pai que sufoca é muito tênue. Por isso, saber quando ajudar ou quando deixar o filho se virar é uma das principais questões para quem tem filhos nessa fase.
 
"Na verdade, nunca nos tornamos independentes. Na família, e até mesmo na sociedade, buscamos com freqüência a opinião de pessoas mais experientes, como os pais. O que podemos desejar para os nossos filhos é que eles consigam ter autonomia, ou seja, tenham liberdade e capacidade para decidir como pensar, ser e agir", diz Teresa Helena Schoen-Ferreira, psicóloga da Universidade Federal de São Paulo.
 
Tentar forçar o filho a uma mudança abrupta de comportamento e de rotina não é um bom caminho. Os pais que querem ver os seus filhos como jovens autônomos quando adolescentes - que saibam se virar sozinhos em viagens, por exemplo - precisam pensar nisso logo nos primeiros anos de vida da criança.
 
"Os pais devem entender que conseguir deixar o filho independente é um processo longo, que começa nas primeiras semanas de vida, e exige muito tempo e atenção, tanto do pai quanto da mãe", diz Teresa. Veja os conselhos dados pela psicóloga:
 
Primeiros anos
 
Segundo Teresa, pequenos hábitos incentivam a criança a ser independente - tanto fisicamente como psicologicamente - desde os primeiros meses de vida. "Deixar o filho brincar sozinho durante um tempo é muito importante, assim como sempre deixar os brinquedos onde ele possa pegá-los sozinho. Fazendo isso, ele se acostuma a passar tempo consigo mesmo e a fazer coisas sem depender de outra pessoa. É claro que o pai sempre tem de estar de olho, para a segurança da criança, mas não interagir com o seu filho durante um determinado período do dia, quando ele é criança, influenciará em sua personalidade quando for adolescente", diz Teresa.
 
Além disso, os pais têm que perceber que a criança precisa ter estímulos que desenvolvam a capacidade física, psicológica e motora, mesmo que os filhos não acertem de primeira. "Os pais normalmente protegem demais os filhos, não percebendo que alguns erros são necessários para o desenvolvimento da criança", explica a especialista.
 
Não existe uma idade certa, pois cada criança tem um desenvolvimento diferente, mas quando os pais perceberem que os filhos são capazes de fazer tarefas simples, como amarrar o sapato, colocar a roupa ou comer sozinho, devem incentivar os filhos a fazê-las.
 
Na adolescência
 
Na adolescência, o papel dos pais continua importante. Os pais não devem pensar que a idade traz consigo uma capacidade de ser independente. Também não podem simplesmente largar os filhos e esperar que eles sejam autônomos. A transição da infância para a adolescência precisa ser feita com calma e com o apoio dos pais, que devem deixar de controlar e passar a monitorar as ações dos filhos. "Nessa fase, os pais precisam conversar com o adolescente para conhecer as suas atividades, já que, em boa parte do dia, o jovem não estará na sua presença", diz Teresa.
 
Outro ponto importante apontado pela especialista é estabelecer uma mesada fixa. Aconselhar o filho a como usar o dinheiro e como anotar todos os gastos ajuda o adolescente a ter uma noção de responsabilidade e autocontrole, características essenciais de uma pessoa autônoma.
 
Amigos e família
 
A maioria dos pais não sente segurança na hora de começar a deixar o filho sair sozinho e acaba proibindo e adiando esse processo natural. Mas não sair com os amigos pode ser muito prejudicial ao adolescente. "Fazer parte de um grupo é muito importante em todas as fases da vida, mas é essencial na adolescência. Ter amigos traz segurança sem tirar a liberdade dos jovens", complementa Teresa.
 
É nas atividades em grupo que o adolescente aprende a como lidar com diferentes personalidades e traz um intercâmbio de informações muito maior do que a vivência exclusiva com os pais.
 
Uma boa saída para os pais mais preocupados é apelar para toda a família. A presença de parentes normalmente deixa os pais mais tranquilos, sem trazer desconforto ao adolescente. "Ir ao shopping com os pais pode ser o pior dos 'micos' para o adolescente, mas sair com o primo mais velho ou com um tio jovem é um evento diferente e interessante", diz Teresa.
 
Tanto amigos como família também podem ajudar em uma das principais oportunidades de incentivar o seu filho a ser autônomo: fazer viagens sem os pais. "Um jovem que passa as férias longe dos pais, como na casa dos avós, em algum acampamento ou na casa de algum amigo, é obrigado a conviver com a ausência dos pais por um longo período de tempo, e acaba desenvolvendo certo grau de autonomia", explica a especialista.
 
 
Informações: Minha Vida
Publicação 11/06/2018, Por Bispa Fê